Sinto que de tanto apertar, alarga
Sinto que é de tanto sentir que se sente
E eu sinto
E vejo oque tem fim
Fome, alegria, sede, tristeza.
Mas no fim não acaba
No fim não tem fim
Tem recomeço.
A gravata que de tanto apertar, enforca
O cadarço que de tanto amarrar, se rompe
Cinto que de tanto apertar, alarga
E nem a fome, alegria e a sede
Se acabam na tristeza sem fim.
A alegria egocêntrica inventou a tristeza
Como o dia e a noite, e o outro lado da moeda
E o bem inventou o mal
A luz, a treva, para que houvesse sombra.
E num incrível dualismo
Duas retas procuram uma base
O equilíbrio de um triangulo
Não há batalha, não há luta
Não há eterna guerra
Só há o há
Só há o um
um é o bem
um é o mal
um é o É.
é... bjuuuu
ResponderExcluirMuito lindo parabéns...beijos
ResponderExcluirMENDUIÑA